segunda-feira, 21 de novembro de 2011

atividades

Atividades

1ª Etapa - Iniciando o Projeto

  • Explicar todo o projeto para os alunos;

  • Passar o vídeo "Diversidade cultural" e iniciar uma discussão sobre o que as crianças entendem por cultura, dando exemplos;

  • Dividir a turma em quatro grupos. A proposta é pesquisar, em casa, a história dos familiares (pais, avós etc.), contendo, além das informações livres, referências mais pontuais, tais como: cidade, estado e país de origem; registros que contam histórias; relatos da vida e de 'causos'; dados sobre folclore, danças regionais, artesanato, festas, religiosidade e testemunhos de mudanças (física, costume, roupa). É interessante que tragam diferentes materiais: cartas, cadernos com as anotações, livros, recados, bilhetes, agenda, diário, foto, cartão postal, objetos etc.

    2ª Etapa - Escolha do Tema/Assunto

  • Após terminarem a pesquisa, será solicitado que os alunos escolham alguns temas/assuntos dentro do conteúdo pesquisado para o aprofundamento, produção de textos e confecção de livros. Com o tema/assunto escolhido, os grupos devem decidir qual será o gênero literário que eles pretendem utilizar para escrever. Nesta etapa, com a orientação do professor, os grupos devem utilizar estratégias de escrita: planejar o texto, redigir rascunhos, revisar e cuidar da apresentação e organizar as ideias de acordo com as características textuais do gênero escolhido;

  • Nessa etapa, todos devem ir à biblioteca e à sala de informática para pesquisar informações que auxiliem a produção dos textos.

    3ª Etapa - Revisão em grupo

  • O professor deve tirar cópias dos textos para todos os integrantes do grupo para que possam revisá-los. Sempre que houver uma dúvida em relação à escrita, o professor deve auxiliar dentro do grupo. Trabalhará nesta fase após o texto escrito: divisão de texto em frases utilizando o sistema de pontuação; indicação por meio de vírgulas, das listas e enumerações; estabelecimentos de inferências de regras e ausência de regras; utilização do dicionário para resolver dúvidas ortográficas; substituição do uso excessivo de e, aí, daí, então etc. por conectivos mais adequados;

  • Paralelamente, o professor anotará os erros ortográficos e a faltas mais recorrentes na sala para serem trabalhadas nas aulas com exercícios adequados. O professor também terá cópias de todos os textos produzidos. Fará a sua correção, anotando os pontos que deve levar para o grupo refletir. É importante levantar questionamentos e hipóteses acerca do que foi escrito;

  • Os grupos devem terminar esta etapa com o texto pronto.

    4ª Etapa - Capa

  • Nesta fase os alunos devem pensar na capa dos seus livros, e para isto contará com a ajuda do professor de Artes;

  • Cada grupo pensará na capa que melhor representa o seu texto e levará esta ideia para a aula de arte e desenvolverá a capa do livro.

    5ª Etapa - Digitar e diagramar os textos

  • Na sala de informática os textos produzidos serão digitados pelos alunos;

  • Cada grupo deverá trabalhar em cima da diagramação dos textos em um programa de edição de textos (por exemplo, Word), contando sempre com a ajuda do professor de informática e do professor da turma que devem acompanhar o trabalho de perto;

  • As capas serão escaneadas e mostradas aos alunos.

    6ª Etapa - Leitura

  • Cada grupo terá o seu momento de ler sua produção (instigar os alunos a falarem sobre a história de vida que esta inserida no livro) nas aulas da turma. Caso outras turmas estejam participando deste projeto, será feita uma troca dos trabalhos entre eles, quando deverão falar sobre sua produção;

  • Ao final deste processo os livros devem ser guardados na biblioteca e a turma pode elaborar um cartaz para ser afixado no mural da escola convidando-os a conhecerem os livros.


    Atividades Extras
    O professor pode utilizar o Blog para a criação de um livro virtual ao invés de um livro físico.
    Cronograma
    1ª semana: Iniciando o Projeto
    2ª semana: Escolha do Tema/Assunto
    3ª semana: Revisão em grupo e Capa
    4ª semana: Digitação e diagramação dos textos
    5ª semana: Leitura

  • sábado, 19 de novembro de 2011

    disciplinas

    Notícias

    Leitura e escrita estão em todas as disciplinas

    Feira do Livro é uma das atividades promovidas pelo Cema-DF.
    Feira do Livro é uma das atividades promovidas pelo Cema-DF.
    Autor: Arquivo da escola

    O Centro Educacional Maria Auxiliadora (Cema), em Brasília (DF), obteve uma ótima média na prova de redação do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), de 2009 – 731,58. Talvez o segredo para a escola ter obtido esse resultado seja o fato de que a leitura e a escrita são habilidades desenvolvidas em todas as disciplinas do ensino básico, desde os anos iniciais.
    “A leitura e a escrita são aspectos fundamentais, são a base de tudo”, destaca a professora Cássia Vita de Ávila, que é graduada em letras e cursa, atualmente, pós-graduação em leitura e produção de textos. A professora que está há dez anos no magistério e há cinco leciona português no ensino fundamental, diz que o Cema incentiva os alunos a escolherem, na biblioteca da escola, os títulos que querem ler, sem deixar de lado, no entanto, as leituras obrigatórias para cada ano letivo.
    “Os professores do Cema trabalham bastante a leitura extraclasse. A biblioteca é muito frequentada pelos alunos e eles, inclusive, muitas vezes pedem para a escola comprar algumas obras”, adianta a diretora e coordenadora pedagógica da instituição, irmã Amélia. Segundo ela, os livros didáticos adotados, desenvolvidos especialmente para as escolas da Rede Salesiana, da qual o Cema faz parte, estimulam muito a leitura entre os estudantes. Em cada capítulo das diversas disciplinas são feitas sugestões de leituras complementares, a fim de incentivar o aluno a ler e buscar mais informações. Além disso, segundo a coordenadora, as perguntas que aparecem nos livros para serem respondidas pelos alunos não são apenas para dizer sim ou não. Elas exigem que o aluno pense e reflita antes de responder.
    “Peço a meus alunos que leiam um livro por mês, da lista do PAS (Programa de Avaliação Seriada adotado pela Universidade de Brasília como uma das formas de admissão ao ensino superior). O conteúdo da leitura é cobrado depois em provas e redações”, explica Maria Júlia Elias Stiebler, professora de português no 9º ano do fundamental e no ensino médio.
    De acordo com ela, que é formada em letras e atua há cerca de 25 anos no magistério, para obter melhores resultados com as redações dos alunos é necessário, em primeiro lugar, estimulá-los a planejarem o que pretendem comunicar de forma escrita. Outro passo importante, na opinião de Maria Júlia, é o próprio aluno fazer a correção do que escreveu, reescrevendo depois que o texto foi corrigido. “É importante que o próprio aluno perceba os seus erros”, salienta.
    Além de redações, propriamente ditas, os alunos de Maria Júlia também escrevem e pesquisam outros textos, integrantes de projetos desenvolvidos na sala de aula. Um exemplo é o projeto especial que desenvolve, no momento, com alunos do 2º do ensino médio. A partir do tema casamento homossexual, escolhido pelos próprios estudantes, ela pediu que fizessem uma lista com as idéias que haviam surgido na classe e depois pesquisassem sobre o assunto, que será debatido em sala de aula, com argumentos a favor e contra. “Observei que os alunos, na hora de redigir, ficaram um pouco confusos, pois queriam escrever todas as ideias que surgiam. Então, agora, pretendo ensiná-los a organizar as suas ideias”, destaca.
    (Fátima Schenini)

    segunda-feira, 14 de novembro de 2011

    Tecnologias

    A expressão "Tecnologia na Educação" abrange a informática, mas não se restringe
    a ela. Inclui também o uso da televisão, vídeo, rádio e até mesmo cinema na
    promoção da educação. Entende-se tecnologia como sendo o resultado da fusão
    entre ciência e técnica. O conceito de tecnologia educacional pode ser enunciado
    como o conjunto de procedimentos (técnicas) que visam "facilitar" os processos de
    ensino e aprendizagem com a utilização de meios (instrumentais, simbólicos ou
    organizadores) e suas consequentes transformações culturais.
    O uso de tecnologia em educação não é recente. A educação sistematizada desde o
    início utiliza diversas tecnologias educacionais, de acordo com cada época histórica.
    A tecnologia do giz e da lousa, por exemplo, é utilizada até hoje pela maioria das
    escolas. Da mesma forma, a tecnologia do livro didático ainda persiste em plena
    era da informação e do conhecimento. Na verdade, um dos grandes desafios do
    mundo contemporâneo consiste em adaptar a educação à tecnologia moderna e aos
    atuais meios eletrônicos de comunicação.
    Nos anos 50 e 60, a tecnologia educacional era vista como sinônimo de recursos
    didáticos. A partir da década de 60, o desenvolvimento dos meios de comunicação
    de massa passou a revolucionar o mundo em todos os setores, principalmente no
    campo da educação.
    Muitos afirmam que as máquinas trouxeram uma revolução nos processos
    de ensino e aprendizagem. Porém, um quadro negro eletrônico continua sendo um
    quadro negro. Comparando-se uma aula do século XIX com uma de hoje, por
    exemplo, nota-se que as idéias continuam sendo as mesmas. A escola continua
    sendo uma das instituições que resistem até os dias atuais com as mesmas
    características desde sua criação.
    Ao longo do tempo a tecnologia se tornou mais complexa e o uso das normas exige
    um domínio cognitivo mais apurado. O problema é como aproveitar tais recursos na
    sua totalidade.